Fiquei pensando se eu escrevesse tudo que me viesse em mente, ficaria algo inimaginável, os meus livros já são diferentes do que existe no mundo literário brasileiro, daí então ficariam impublicáveis em suas essências literárias, afinal muito do que se vive não á como publicar e a vida costumamente é bem diferente que os livros dão á entender literalmente, mas a vida é muito mais que seguir tendências e trilhar os caminhos impostos pelo sistema que á tudo e todos influencia com seu poder absoluto, baseado em seus fundamentos e amparados na racionalidade se perguntado, não há como ficar contra, mesmo tendo sido injustiçado e isso dói, mas tudo bem isso já passou, embora tenha me privado de viver a vida em sua impecabilidade ou seja quando somos jovens, e essa minha juventude mirabolante incomodava a sociedade mas isso você só toma consciência quando já é tarde, e a sociedade mostra a sua outra face e o meu problema maior era que eu nunca sabia a hora de parar, assim como menosprezava as influências como Sócrates mas ambos pagamos com a vida, embora propriamente não conseguia ver que isso seria temporário e eu jamais deveria ter feito o que fiz, elaborei fugas cinematográficas se perguntado, mas quando o homem busca pela sua liberdade tudo é possível, até morrer nessa busca, mas não condena-se por omissão da essência ou por conformismo com a sua realidade, e isso acontece quando a sua essência se nega á mais uma batalha diária pela liberdade, que se apossaram se perguntado e você vê que contra a força não há resistência mas nem por isso você deve aceitar tudo como está, se constranja pela sua impotência em falar aos ouvidos surdos que muita coisa está errada e a constituição deveria ser atualizada no mínimo anualmente, fazendo júz aos vossos salários, e isso seria o fim das etnias que exploram os furos da constituição.